
(Charles Chaplin)
"Eu vou me acumulando, me acumulando, me acumulando. Até que não caibo em mim e estouro em palavras." (CL)


"Eu já ouvi 50 receitas pra te esquecer que só me lembram que nada vai resolver... Porque tudo, tudo me traz você e eu já não tenho pra onde correr... O que me dá raiva não é que você fez de errado, nem seus muitos defeitos, nem você ter me deixado... O que me dá raiva são as flores e os dias de sol, são os seus beijos e o que eu tinha sonhado pra nós... São seus olhos e mãos e seu abraço protetor... É o que vai me faltar, o que fazer do meu amor?"
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"Não sei porque você se foi, quantas saudades eu senti e de tristeza vou viver e aquele adeus não pude dar... E eu gostava tanto de você!!"
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"Pai, pode crer eu to bem, eu vou indo... To tentando e vivendo e pedindo com loucura pra você renascer..."
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Pai, você se foi e a necessidade de te amar ainda é muito grande. Sinto muito a sua falta!! Feliz dia dos pais!! Te amo tanto e cada vez mais vou te amar!!
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... Isto é saudade!
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos... Isto é equilíbrio!
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente... Isto é um princípio da natureza!
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... Isto é circunstância!
Solidão é muito mais do que isto...
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma.

Durante a sua vida, o ser humano passa por situações penosas que o levam a esquecer fatos de sua vida interior e exterior. O que é esquecido nem sempre é algo ruim, mas pode se referir também a algo bom que se perdera ou que fora intensamente desejado. Esses fatos esquecidos ficam armazenados no inconsciente que, segundo Freud, é um sistema do aparelho psíquico que movimenta o sujeito, mas este não consegue evocá-lo. Normalmente, esses fatos reprimidos são os responsáveis, em grande parte, pela conduta dos indivíduos (as dificuldades para viver, o mal-estar, o sofrimento).
O objetivo da Psicanálise é decifrar o inconsciente e integrar seus conteúdos na consciência, fazendo com que, a partir do conhecimento do que lhe incomoda, o ser humano possa enxergar o mundo e ele mesmo de uma forma melhor.
O papel do analista é acolher o desconforto inassimilável e ajudar o paciente a simbolizar o que, por si só, é brutal e hostil. Dar sentido à dor do outro é, nesse caso, abrir-se para um estado de ressonância até que o tempo e as palavras se gastem. Diante do paciente que sofre, não cabe ao psicanalista propor uma interpretação forçada, consolar o sofredor. E menos ainda estimular a pessoa a atravessar sua pena como uma experiência formadora, que fortaleceria seu caráter. Seu papel é suportar o sofrer do outro, como um intermediário que acolhe a dor inassimilável do paciente, e o ajuda a simbolizá-la. Para isso, é preciso afinar-se com esse sofrimento. É necessário que o psicanalista ajude a desmontar, pacientemente, as resistências inconscientes que impedem a passagem dos conteúdos inconscientes para a consciência. Só assim, o ser humano será capaz de descobrir a causa de seu sofrimento e reescrever a sua própria história, modificando comportamentos e atitudes que antes lhe incomodavam.

Hoje o céu está em festa. Minha cachorrinha, Milla, resolveu nos deixar. Ela estava sofrendo e por conta disso tento entender a partida dela. Mas é difícil aceitar a saudade que ela deixou.