segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Sabedoria de Charles Chaplin



"A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso. Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?"

(Charles Chaplin)

domingo, 9 de agosto de 2009

Mais um dia dos pais sem você...




"Eu já ouvi 50 receitas pra te esquecer que só me lembram que nada vai resolver... Porque tudo, tudo me traz você e eu já não tenho pra onde correr... O que me dá raiva não é que você fez de errado, nem seus muitos defeitos, nem você ter me deixado... O que me dá raiva são as flores e os dias de sol, são os seus beijos e o que eu tinha sonhado pra nós... São seus olhos e mãos e seu abraço protetor... É o que vai me faltar, o que fazer do meu amor?"

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"Não sei porque você se foi, quantas saudades eu senti e de tristeza vou viver e aquele adeus não pude dar... E eu gostava tanto de você!!"

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"Pai, pode crer eu to bem, eu vou indo... To tentando e vivendo e pedindo com loucura pra você renascer..."

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Pai, você se foi e a necessidade de te amar ainda é muito grande. Sinto muito a sua falta!! Feliz dia dos pais!! Te amo tanto e cada vez mais vou te amar!!

domingo, 2 de agosto de 2009

Solidão!


Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... Isto é carência!

Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... Isto é saudade!

Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos... Isto é equilíbrio!

Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente... Isto é um princípio da natureza!

Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... Isto é circunstância!

Solidão é muito mais do que isto...

Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma.

(Autoria Desconhecida)

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Sentimentos



"Somos inocentes em pensar, que sentimentos são coisas passíveis de serem controladas. Eles simplesmente vêm e vão, não batem na porta, não pedem licença. Invadem, machucam, alegram... São imprevisíveis e sua única regra é a inconstância total. É irônico que justamente por isso, eles são tão perfeitos."
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segunda-feira, 27 de julho de 2009

Algumas considerações sobre a Psicanálise...



Durante a sua vida, o ser humano passa por situações penosas que o levam a esquecer fatos de sua vida interior e exterior. O que é esquecido nem sempre é algo ruim, mas pode se referir também a algo bom que se perdera ou que fora intensamente desejado. Esses fatos esquecidos ficam armazenados no inconsciente que, segundo Freud, é um sistema do aparelho psíquico que movimenta o sujeito, mas este não consegue evocá-lo. Normalmente, esses fatos reprimidos são os responsáveis, em grande parte, pela conduta dos indivíduos (as dificuldades para viver, o mal-estar, o sofrimento).

O objetivo da Psicanálise é decifrar o inconsciente e integrar seus conteúdos na consciência, fazendo com que, a partir do conhecimento do que lhe incomoda, o ser humano possa enxergar o mundo e ele mesmo de uma forma melhor.

O papel do analista é acolher o desconforto inassimilável e ajudar o paciente a simbolizar o que, por si só, é brutal e hostil. Dar sentido à dor do outro é, nesse caso, abrir-se para um estado de ressonância até que o tempo e as palavras se gastem. Diante do paciente que sofre, não cabe ao psicanalista propor uma interpretação forçada, consolar o sofredor. E menos ainda estimular a pessoa a atravessar sua pena como uma experiência formadora, que fortaleceria seu caráter. Seu papel é suportar o sofrer do outro, como um intermediário que acolhe a dor inassimilável do paciente, e o ajuda a simbolizá-la. Para isso, é preciso afinar-se com esse sofrimento. É necessário que o psicanalista ajude a desmontar, pacientemente, as resistências inconscientes que impedem a passagem dos conteúdos inconscientes para a consciência. Só assim, o ser humano será capaz de descobrir a causa de seu sofrimento e reescrever a sua própria história, modificando comportamentos e atitudes que antes lhe incomodavam.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

A vida é minha!!




"Faça isso, faça aquilo, perca peso, tenha estilo, compre esse, prove aquele, siga a moda, vote nele... Não ponha palavras na minha cabeça, pare de falar antes que eu enlouqueça, não quero dar explicações...
A vida é minha eu faço o que eu quiser; A vida é minha eu faço o que eu quiser...
Cante essa, tenha medo, fume outro, acorde cedo, tenha modos, fique mudo, ame o mesmo, odeie tudo... Querem que eu cale e obedeça, e depois de tudo ainda agradeça, ser só alguém dizendo "sim"..."

Essa música de Capital Inicial retrata bem o meu momento atual. Tentando organizar meus fantasmas, meus medos, minha vida e um monte de gente dando palpites... O mais estranho disso tudo é que, reavaliando o passado percebo que sempre fizeram isso, só que antigamente isso não me incomodava TANTO. Agora eu cansei!!! E como dizer que não sou mais marionete, que não tenho saco pra ouvir opiniões que não me interessam, que cansei de assistir o filme da minha vida sentada no cinema e ainda ouvir as críticas como se tivessem falando de outro ser? Sinto que vou explodir a qualquer momento... Mas calma, até para explodir tem que ser com cuidado, para não incomodar, nem ofender ninguém. Que vontade de gritar pro mundo que to de saco cheio. Que não quero saber o que vc acha, pensa, sonha ou deixa de sonhar... Estou numa fase egoísta e, como nunca fui assim, isso assusta. Estou interessada em mim. Só e somente. Mas ninguém está querendo saber no que estou interessada. Todos estão interessados em realizar os seus sonhos as minhas custas... E "posso te dar um conselho: escute todo mundo sem maltratar ninguém, eles só querem ajudar". Argh!!! Isso me dá nojo... queria me bastar só por mim. Queria mandar todo mundo pastar e me esquecer. Queria não precisar de ninguém. Mas preciso e isso me irrita tantooo... Enfim, deixa eu ir... colocar minhas máscaras e encenar a peça de teatro que é minha vida!! Um dia, quem sabe, eu consiga dizer: "a vida é minha e eu faço o que eu quiser"!!

terça-feira, 19 de maio de 2009

Hoje é um dia triste!

Hoje o céu está em festa. Minha cachorrinha, Milla, resolveu nos deixar. Ela estava sofrendo e por conta disso tento entender a partida dela. Mas é difícil aceitar a saudade que ela deixou.
Esses dias estava refletindo sobre o quanto a morte é uma coisa estranha. De uma hora pra outra aquele ser some, desaparece... Como se evaporasse da face da terra. É difícil entender isso, apesar de ser a única certeza que temos.
Hoje, ao voltar pra casa após sair do veterinário, me deparei com o questionamento que todos passam quando perdem alguém especial: o que fazer com as coisas dela? Não sabia o que fazer com a casinha, a caminha, o vestidinho rosa, a coleira tão adorada... Como ela pulava quando via a coleira, já sabia que ia passear... Fiquei perdida! Tantos remédios, vitaminas... e o saco de ração ainda pela metade? As pastas de carne que ela adorava... Jogar tudo fora e fingir que nunca tivemos um cachorrinho ali? Como tudo é difícil!
Milla era uma verdadeira guerreira. Lutou pela vida diversas vezes... Mas não aguentou as crises convulsivas tão fortes. Minha bichinha resolveu descansar. Resolveu partir para perto de Papai do Céu.
Quando ela estava partindo, fiquei parada na sala do veterinário olhando o corpinho dela deitado na maca. Sem reação, sem respiração... Como minha pequena estava sofrendo...
O mais engraçado de tudo é que eu não queria mais saber de cachorro. Já bastavam todas as outras dores com Tiffany, Fluke, Rumbo, Korotte, Pink. Mas Milla... Milla já era da família. Fez parte da minha história no Rio, fez parte da história de amor de minha irmã e meu cunhado. Não podia simplesmente recusar a proposta de cuidar dela. Sabia que ela estava doente. Sabia que o trabalho seria dobrado, mas me dispus a isso. A estar com ela toda semana no veterinário fazendo exames e mais exames pra descobrir o que ela tinha realmente, a dar carinho, amor, atenção. Ela nem rosnava mais quando pegava na cabeça dela. Tantos exames em vão. Hoje lembrei que tinha que ir buscar os resultados dos exames que ela fez semana passada... pra quê? Ela não está mais aqui...
Quando as pessoas falavam de seus cachorros, eu não dava a menor bola, achava besteira, exagero gostar tanto de um animal... Mas só quem tem um animalzinho desses sabe o quanto nos apegamos, o carinho que sentimos e sabe a dor que sentimos quando os perdemos.
Hoje estou triste! Mas sei que minha filhinha já está fazendo festa no céu.
Saudade, Milloca! Te amei e continuarei te amando eternamente!